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U Um talento reconhecido de longa data inicia um capítulo novo em sua história musical. No auge de uma carreira que já soma trinta anos e participação em centenas de discos e turnês de nomes como Roberto Carlos, Leny Andrade, Simone, Jorge Ben, Djavan, Rosa Passos, Cauby Peixoto e Guinga, Sérgio Galvão é sem dúvida um dos mais requisitados saxofonistas brasileiros. E agora ele lança seu primeiro disco como instrumentista solo e compositor.

Produzido pela baixista e compositora brasileira Amanda Ruzza, que hoje vive em Nova Iorque, Phantom Fish é uma experiência que envolve o ouvinte pela melodia e potência dos sax tenor e soprano de Galvão. Mas não só. “A ideia principal do disco foi manter a base brasileira, com baixo e bateria, mas acrescentar uma porção de diferentes músicos que tivessem em comum a paixão pelo groove, harmonia e a mente aberta”, diz Amanda. “Eu queria que cada melodia e cada groove se conectassem entre si, como se o ouvinte estivesse lendo um livro e fosse envolvido por uma bela história. Na verdade, belas histórias da vida do Sérgio.”

Foi a primeira vez que segurei um saxofone. Depois da luta pra ajustar a embocadura, fechei os olhos e comecei a tocar ‘O Palhaço’, do Egberto Gismonti. Antes que eu abrisse os olhos, senti que algumas pessoas da plateia, que já estava saindo do teatro, tinham voltado pra me ouvir, desde então nunca mais parei de tocar”

Sérgio Galvão

Sexto e último filho de uma família de músicos, Sérgio Galvão aprendeu lições valiosas com os irmãos mais velhos enquanto crescia em Brasília. Ele fala com orgulho da profunda herança musical: “Meu irmão Carlos foi maestro e compositor clássico, dirigiu a Escola de Música de Brasília por muitos anos. Zequinha foi um baterista e percussionista bastante reconhecido, uma grande inspiração pra mim. Já o Lula Galvão, companheiro de quarto por muitos e muitos anos, é um dos grandes guitarristas e arranjadores da atualidade”.

Não é difícil prever o resultado de tanto contato com a música. “O Zequinha estudava vibrafone em casa”, diz Sérgio. “Naquela época ele e Carlinhos já participavam de algumas gravações, eu me lembro da minha mãe mostrando os discos que eles gravavam para as visitas. Uma grande influência pra mim nessa época foi o saxofonista Victor Assis Brasil. A gente tinha a discografia completa dele e eu ficava ouvindo compulsivamente, um disco atrás do outro.”

Outro mito de importantíssima influência foi John Coltrane, que fisgou Sérgio ainda jovem. “Aos 15 anos eu jogava basquete num clube em Brasília e até pensava em me tornar profissional. Um dia, voltando do treino, eu não conseguia parar de pensar nos solos do Coltrane. Peguei uma flauta doce emprestada com um vizinho e comecei a aprender ali mesmo. Depois, continuei tentando tocar as músicas dele na clarineta, que toquei ainda antes do sax.”

O casamento de Sérgio Galvão com o sax veio alguns meses mais tarde, quando ele foi assistir a um concerto de um amigo saxofonista. “Quando acabou o show, ele me chamou no palco pra me mostrar o soprano dele. Foi a primeira vez que segurei um saxofone. Depois da luta pra ajustar a embocadura, fechei os olhos e comecei a tocar ‘O Palhaço’, do Egberto Gismonti. Antes que eu abrisse os olhos, senti que algumas pessoas da plateia, que já estava saindo do teatro, tinham voltado pra me ouvir, desde então nunca mais parei de tocar.”

Sérgio começou os estudos na Escola de Música de Brasília (EMB) no início da década de 80 levado pelo irmão Zequinha, professor de lá. “Meus mentores naquela época foram Hugo Lauterjung, Manoel Carvalho e Luiz Gonzaga Carneiro, o Gonzaguinha”, lembra ele, “mas sou praticamente um autodidata.” Nos meados dos 80 gravou e tocou pelo país com o grupo afro-brasileiro Obina Shock, cujo primeiro álbum contou com a participação de Gilberto Gil e Gal Costa. Foi a primeira de uma enxurrada de gravações que viria nas próximas décadas.

Biografia escrita por Bill Milkowski.

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As sementes de Phantom Fish foram plantadas há dois anos, quando Galvão conheceu Amanda Ruzza, que o havia convidado para fazer parte de sua banda durante turnê com o trombonista americano Chris Stover. Como lembra Amanda, “Sérgio apareceu e tocou minha música melhor do que qualquer um na banda. Eu não podia acreditar no som dele. Ele tinha o groove brasileiro e o timbre do saxofone americano moderno. Inacreditável!”. Sérgio acrescenta: “Foi amor à primeira nota.” No ano seguinte ela propôs que ele fosse a Nova Iorque para que registrassem seu estilo em composições próprias.

Sérgio apareceu e tocou minha música melhor do que qualquer um na banda. Eu não podia acreditar no som dele. Ele tinha o groove brasileiro e o timbre do saxofone americano moderno. Inacreditável!

- Amanda Ruzza

O timbre robusto e o fraseado de Sérgio Galvão causam impacto já na faixa de abertura, “Amphybious”, em que ele mostra o entrosamento com a banda, em especial com a guitarrista Alex Nolan, com quem dobra em uníssono antes de entrar com um solo impressionantemente explosivo no sax tenor, e com o pianista argentino Leo Genovese (“um gênio!”) – que contribui com um dos melhores solos do disco, de acordo com o próprio Galvão. A encantadora e moderna “Zuruba” e a linda balada “Casa Amarela” (homenagem à esposa) expõem a sensibilidade e o lirismo de Galvão.

O trombonista Chris Stover dá sua contribuição em “Meu Nobre”. Segundo Galvão, Stover é “o melhor trombonista brasileiro nascido nos EUA”. A sensação do piano cubano, Aruán Ortiz, e o trompetista brasileiro Claudio Roditi – outra grande influência para Sérgio – são os convidados da faixa que dá nome ao disco, enquanto o samba-groove “Mandruzza”, feito especialmente para Amanda, conta com a participação da guitarrista Leni Stern com um solo “histórico”.

“A Leni é uma alemã com vocabulário americano e alma africana. Ela trouxe a doçura ao disco.” O som encorpado e a fluência técnica de Sérgio no sax soprano dão o tom na intrigante “Ja Íu” que conta também com um maravilhoso solo de piano de Ortiz e abre espaço para o improviso preciso de Maurício Zottarelli, passeando com força e segurança pelo ritmo. O álbum fecha em grande estilo com a versão quente e viva do acelerado samba “Vou Deitar e Rolar (Qua Qua Ra Qua Quá)”, mundialmente conhecido pela voz do “tesouro brasileiro” Elis Regina em gravação de 1973 e também pela gravação original de seu compositor, o gênio do violão brasileiro Baden Powell, em seu primoroso álbum de 1971, Canto on Guitar. O disco termina com o despretensioso e imponente sax tenor de Sérgio Galvão.

Depois de 30 anos no forno, Phantom Fish (Pimenta Music) anuncia a chegada de um legítimo novo clássico do “saxophone colossus” na cena internacional do jazz.
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DISCOGRAPHY

 

 

Participação de Sérgio Galvão em diversas gravações

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Assista a algumas performances de Sérgio Galvão

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Confira momentos da carreira de Sérgio Galvão

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